Poema de Albert Einstein
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Nada beneficiará tanto a saúde humana
Nada beneficiará tanto a saúde humana
Nada beneficiará tanto a saúde humana e aumentará as chances de sobrevivência da vida na terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana.
A ordem de vida vegetariana, por seus efeitos físicos, influenciará o temperamento dos homens de uma tal maneira que melhorará em muito o destino da humanidade.
Fonte: Albert Einstein
ID: 780
Últimos Poemas
A Primavera
Primavera: Primavera é quando, num pedacinho da Terra, as flores se abrem,
o sol fica mais forte e a vida fica mais alegre.
Quando, num canto da Terra, se faz primavera, nos outros cantos se faz verão, inverno e outono.
Das quatro estações, a primavera é a mais bonita, porque colore a...
Fragmentos de uma Vida
Dia das Mães: Se eu fosse você eu diria obrigada
por todos os passeios que fizemos juntos correndo pela praia,
rolando nas areias úmidas e quentes de verões passados.
Se eu fosse você diria obrigada por tantas vezes
ter me protegido da chuva, do frio...
Por ter me mostrado a beleza das estrelas
e sentir ao meu lado as transformações...
Devaneios
Amor: Quero eternizar esses momentos,
De sentimentos que aflora.
De dentro dando alento,
Numa tarde de verão ardente.
Alento calmo e quente,
De dois corpos indigentes.
Que estão constantemente
Em devaneios inteligentes. ...
Correr riscos
Fernando Pessoa: Correr riscos reais, além de me apavorar, não é por medo que eu sinta excessivamente - perturba-me a perfeita atenção às minhas sensações, o que me incomoda e me despersonaliza. ...
Instantes
Reflexão: Se eu pudesse viver minha vida novamente,
A próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito: relaxaria mais,
Seria mais tolo do que tenho sido e, de saída
Levaria mais a sério pouquíssimas coisas.
Seria menos higiênico.
Correria mais riscos, faria mais viagens,
Contemplaria mais entardeceres,
Subiria mais montanhas, nadaria em rios,
Iria a lugares...
Desencanto
Manuel Bandeira: Eu faço versos como quem chora
De desalento. . . de desencanto. . .
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . .
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios...