Poema de Agatha Christie
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Eu gosto de viver
Eu gosto de viver
Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente infeliz, dilacerada pelo sofrimento, mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional.
Fonte: Agatha Christie
ID: 766
Últimos Poemas
Quisera eu...
Ano Novo: Chegando um Novo Ano
quisera formar com meu povo um arco-íris humano,
paz e fraternidade.
Quisera ainda que todos se sentassem à mesa alimentando-se dos mesmos sonhos.
Quisera festejar a chegada do Ano Novo,
vendo todos felizes, correndo pela areia da praia,
sorrindo, sonhando e contemplando as gaivotas,
fazendo desenhos de esperança no...
Momentos
Carinho: Há momentos onde a tristeza ultrapassa
a doce alegria que nos acompanha
e explodimos em choro.
Há momentos onde
a desistência fala mais alto,
porque sentimos apenas um vazio
sem perspectivas
restando apenas a entrega.
Há momentos onde o cansaço excede
o conforto e a esperança de estar bem.
Há momentos onde somos obrigados
a dar limites,...
Meu amor
Amor: Eu gostaria de lhe dizer muitas coisas.
Mas acabei descobrindo que o Amor
é muito mais sentir do que dizer.
E milhões de frases bonitas jamais
alcançariam a grandeza do Amor
que sinto por você!
Muitos beijos...
...
O Valor Das Pequenas Coisas
Reflexão: Aprenda a escutar a voz das coisas,
dos fatos, e verás como tudo fala,
como tudo se comunica contigo.
Em cada indelicadeza,
assassino um pouco aqueles que me amam.
Em cada desatenção,
não sou nem educado e nem cristão.
Em cada olhar de desprezo,
alguém termina magoado.
Em cada gesto de impaciência,
dou uma bofetada invisível nos que convivem comigo.
Em cada...
Os poemas
Mário Quintana: Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava...
Antes de amar-te
Pablo Neruda: Antes de amar-te, amor, nada era meu
Vacilei pelas ruas e as coisas:
Nada contava nem tinha nome:
O mundo era do ar que esperava.
E conheci salões cinzentos,
Túneis habitados pela lua,
Hangares cruéis que se despediam,
Perguntas que insistiam na areia.
Tudo estava vazio, morto e mudo,
Caído, abandonado e decaído,
Tudo era inalienavelmente alheio,
Tudo era dos...