Poema de Agatha Christie
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Eu gosto de viver
Eu gosto de viver
Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente infeliz, dilacerada pelo sofrimento, mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional.
Fonte: Agatha Christie
ID: 766
Últimos Poemas
Esperança
Paz: O importante não é chegar primeiro. Não é chegar antes dos outros. Não é atingir sozinho a meta desejada.
"Ninguém tem o direito de ser feliz sozinho".
A humanidade caminha com vontade de chegar.
O importante é os homens caminharem juntos, andarem unidos, de mãos dadas, confraternizados na busca da paz.
Os homens não se...
Ser Mulher
Mulheres: Ser mulher, vir à luz trazendo a alma talhada
para os gozos da vida, a liberdade e o amor,
tentar da glória a etérea e altívola escalada,
na eterna aspiração de um sonho superior...
Ser mulher, desejar outra alma pura e alada
para poder, com ela, o infinito transpor,
sentir a...
Mãe, Feliz Dia das Mães
Dia das Mães: Mãe,
Você me ensinou a me importar com as pessoas,
A perceber seus sentimentos, e compreender seus problemas.
De tudo o que você me ensinou,
Estas devem ser as coisas mais importantes,
E são também as qualidades que eu mais gosto em você,
E eu só espero que as pessoas vejam o mesmo em mim...
Então, Mãe,...
Canção amiga
Carlos Drummond de Andrade: Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me vêem, eu vejo
e saúdo velhos amigos.
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só...
Canção
Cecília Meireles: No desequilíbrio dos mares,
as proas giram sozinhas...
Numa das naves que afundaram
é que certamente tu vinhas.
Eu te esperei todos os séculos
sem desespero e sem desgosto,
e morri de infinitas mortes
guardando sempre o mesmo rosto
Quando as ondas te carregaram
meu olhos, entre águas e areias,
cegaram como os das estátuas,
a tudo quanto existe alheias.
Minhas mãos pararam...
Devagarinho…
Mário Quintana: "Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
Enfim,
tem de ser bem devagarinho,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..." ...